Novamente condenado.
Novamente a angustia o cobrindo por inteiro.
Sua sede e fome aumentando bruscamente.
A doce jovem que o amava,
Tinha medo dele.
Estava mais apavorado que nunca.
Sangue.
Liquido de vida.
Agora era o seu desejo.
Não tinha como conter.
Seu corpo se tornava fraco mais e mais.
Mesmo rejeitando isso,
Não queria apodrecer por vidas e vidas.
Sua doce e amada via nele sofrimento.
Via nele dor.
Sentia paixão por isso.
Sentia pena.
Ela foi criada para amar ele.
Apenas isso.
Não iria deixar se desintegrar,
Não iria deixar ele morrer pela eternidade.
Pobre era o Príncipe das Trevas.
Dor sobre dor.
Seja nas trevas,
Seja no mundo humano.
Delicada a jovem.
Deixou que suas veias ficassem amostra.
Deixou mesmo que isso significava sua morte,
Que o Príncipe sugasse seu sangue.
Apenas por amor.
O Príncipe não consegui resistir.
Ela era jovem e linda.
Seu corpo era reluzente.
Seu sangue era doce.
Ela deixou a vida esvair dela.
Deixou que ele a matasse por amor.

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