Estava eu sentado com uma guitarra perto do rio de fogo contemplando o voar dos peixes. Como era bonita e clara a bela vista noturna da cidade dos mortos no templo da ressurreição das convenções e cultos satânicos e amantes de algum ser do mais alto dos céus. Tudo colorido de preto e branco com tons de sangue verde de alienígenas que vivem no planeta com atmosfera de fogo e fumaça com gramas verdes a ponto de explodir como água fervente em dias gelados no deserto do amazonas.
Tudo normal em seus dias esquisitos. Um esquisito normal que voa debaixo da água de sangue e forças de longe que vem de perto. Tudo complexo como a teoria da soma entre dois números na matemática, onde envolve não somente dois números mais a espessura do grafito que será gasto no cérebro de um pássaro pensante em um dia de inverno quente de um país gelado.
Bruxos eram seres amáveis desmanchados por um abobora quente que brota das nuvens cúmulos nimbos em um dia de seca no nordeste do sudeste do norte do sul do lugar onde não existe nada alem de uma estrada com serpentes flamejantes dentro de um aquário ensangüentado de água e fogo misturados com argila de cor azul tirado das fabricas de cerâmicas de ambos os lados da moeda do país independente que não de auto-sustenta de forma amigável como o cão devora a carne humana antes brincando com o gato que ama o elefante diante de um fosso de um castelo mal assombrado dentro do país da páscoa eterna dos corações de um inseto que esta sendo esmagado por um quilo de penas pesadas como um quilo de chumbo mas tão mais pesadas quanto a passada de um trem diante de um lago de serpentes mortas nadando livremente no ar de um vulcão em erupção de alegria e amor de um lugar morto de paixão e de angustia, mesmo que sofram as conseqüências de se tornar ricos até conseguir dizer que tem um centavo de alguma coisa qualquer.
Todos são assim, insensíveis e mortais como o sapo que pula sobre o inseto que rasteja sobre brasas geladas no fogo de uma caldeira feita de terra amarela esquisita e viva onde podia se ver a vida de dentro pra fora, como se vê o preto no branco o verde no vermelho, tudo estranho, algo incrível de tão simples. Espaço sideral encontra-se com o espaço entre os espaços do dentes de um roedor, sabe-se lá por que, quando se pergunta o porque do porque, onde do que existe no inexistente. Vida louca.
Coisa feitas da junção de fogo, morte, dinheiro, amor e muita coisas estranhas como as patas de uma minhoca vermelha por andar em locais inapropriado para a inexistência da espécie dela em vez de morrer em local calmo e vivido por aves de brânquias verdes e penosas. Coisas simples podem ser tão complicadas como esse texto escrito assim sem pensar nas possibilidades de um país que esta em guerra eterna de uma paz sem sentido para crescimento da humanidade sedenta de amor e vingança em um fio de cabelo preto que antes era amarelo e vermelho. Coisas simples não tem volta pois dão a volta na volta que se esta procurando em um local tão escuro onde o Maximo que se vê é as pedras do fundo do abismo do coração dos inocentes desorientados das drogas da vida de morar preso em um canto em uma cidade para livres não livres de liberdade e de morte e vida sem sentido. Todos procuram um sentido nas coisas sem sentido se continuar a ver o que se ver com outra visão e de visão do cego que vê o que o outro vê e vê mais o que todos vêem e morre por ver o que não consegue ver o que deveria ver na verdade em vez de ver fantasmas assombrando o que se esta assombrado a visão da língua de quem sente o gosto amargo do fígado de uma telepatia de morte sobre a morte de morte anterior morta pela morte de antes já morto de uma morte dolorosamente morta na morte.
Textos sem sentido com palavras mais sem sentido com sentido únicos em juntadas para dar um sentido todo especial em um sentido sem sentido lindo de tão feio que fica um quadro de um grande pintor de rua da galeria de arte de galinheiro adormecido de feras atormentadas pela dor da perca daqueles que nunca se foram. Morte dos mortos que já morreram varias vezes em uma mesma morte cheia de morte em mortes de ancestrais vivos de uma rocha verde de tão amarela que esta de vida e morte camufladas de flores amargas como o cérebro de uma medusa florescida em um dia feio de tão linda que as borboletas devoravam o corpo de um humano feliz de voar em um clima horrível de chuva e sol com casamentos perfeitos de pares imperfeitos de alguma coisa qualquer que o cérebro não ajuda a elaborar no inconsciente das palavras perdidas no mundo do inimaginável e perdidas nas coisas perdidas do mundo perdida que nunca ninguém perdeu. Coisas sem sentidos como o texto que o autor escreve e nunca lê. Coisas que ninguém lê. Coisas que viram Best seller de estantes de bibliotecas de uma fabrica de papeis de limpeza de feixes de luz perdidos no mundo dos condenados e encontrados no mundo dos perdidos de vez. Pena de quem lê o ilegível e entende o que ele quer dizer sem sentido de luz e fogo.
Luz sem sombra. Fogo sem calor. Frio quente. Amor enraivecido. Morte viva. Peixes voadores. Pássaros nadadores com brânquias. Coisas simples. Não é preciso se esforçar pra se ter idéias sem idéias de telas e sem vontade de ter sentido a vida de uma escrita. Ouvir rock dentro de uma igreja de crentes fieis de uma alocação de trajes de banho não é difícil de se entender e de se gostar. Coisa que não fazem sentido são deixadas de lado. Como a soma de dois mais dois é na lógica o que você quiser que seja sem que seja exatamente o numero que tem que ser de acordo com a lei da matemática das coisas que o português somente calcula no inglês da química dentro da física histórica vida do Frances enterrado com o russo da guerra do Vietnã onde todos acham que o USA venceram o combate a proteção das borboletas do Afeganistão que na verdade vivem na china perto de cuba com vodca e guaraná de cereja madura de tão verde que poderia ser a coisa entre eles. Coisa feia a vida sem vida com vida vivida que vivia a vida. Morte as coisas simples de uma coisa complexa de tão simples a complexidade das coisas vivas do tumulo das vitimas de um mundo morto.