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Sighişoara, Brazil
Sou Prince Of Darkness, cavalheiro perdido e atormentado das trevas, que tem como unica fuga, o amor de um anjo mais que lindo que me guia pelos caminhos pedregosos e com espinhos...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

4º - Anjos das trevas - end...

Agora estava perdido.
Sem ninguém,
Sem amor,
Apenas satisfeito sua fome e sede.
Apenas isso.
Superficial,
Apenas isso.
O Príncipe chorou.
Sua angustia agora era maior.
Como pode fazer uma coisa dessas?
Como pode matar seu maior amor?
Como pode matar o presente do senhor dos céus?
Dor e mais dor,
Levou ela a um tumulo.
Tumulo de pedras polidas,
Frias,
Tão fria quanto à noite de inverno,
Fria como seu coração estava.
Estava despedaçado por dentro.
Apenas morte e dor o acompanhava.
Melancólico.
Dor sobre dor.
Não sentia fome mais.
Por anos sem fome.
O senhor dos céus estava triste.
Talvez não tão triste quanto o Príncipe.
Ele percebeu o quanto o senhor das trevas pode ser cruel.
Mesmo para seus súbitos.
Desceu e encontrou-se com o Príncipe angustiado.
O Príncipe vendo-o teve medo.
Sabia que sempre algo de ruim acontecia.
O senhor dos céus queria levá-lo para os céus junto a ele.

3º - Anjos das Trevas – do amor ao sangue

Novamente condenado.
Novamente a angustia o cobrindo por inteiro.
Sua sede e fome aumentando bruscamente.
A doce jovem que o amava,
Tinha medo dele.
Estava mais apavorado que nunca.
Sangue.
Liquido de vida.
Agora era o seu desejo.
Não tinha como conter.
Seu corpo se tornava fraco mais e mais.
Mesmo rejeitando isso,
Não queria apodrecer por vidas e vidas.
Sua doce e amada via nele sofrimento.
Via nele dor.
Sentia paixão por isso.
Sentia pena.
Ela foi criada para amar ele.
Apenas isso.
Não iria deixar se desintegrar,
Não iria deixar ele morrer pela eternidade.
Pobre era o Príncipe das Trevas.
Dor sobre dor.
Seja nas trevas,
Seja no mundo humano.
Delicada a jovem.
Deixou que suas veias ficassem amostra.
Deixou mesmo que isso significava sua morte,
Que o Príncipe sugasse seu sangue.
Apenas por amor.
O Príncipe não consegui resistir.
Ela era jovem e linda.
Seu corpo era reluzente.
Seu sangue era doce.
Ela deixou a vida esvair dela.
Deixou que ele a matasse por amor.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

CoIsA SeM SeNtiDo CoM SeNtIdO


Estava eu sentado com uma guitarra perto do rio de fogo contemplando o voar dos peixes. Como era bonita e clara a bela vista noturna da cidade dos mortos no templo da ressurreição das convenções e cultos satânicos e amantes de algum ser do mais alto dos céus. Tudo colorido de preto e branco com tons de sangue verde de alienígenas que vivem no planeta com atmosfera de fogo e fumaça com gramas verdes a ponto de explodir como água fervente em dias gelados no deserto do amazonas.
Tudo normal em seus dias esquisitos. Um esquisito normal que voa debaixo da água de sangue e forças de longe que vem de perto. Tudo complexo como a teoria da soma entre dois números na matemática, onde envolve não somente dois números mais a espessura do grafito que será gasto no cérebro de um pássaro pensante em um dia de inverno quente de um país gelado.
Bruxos eram seres amáveis desmanchados por um abobora quente que brota das nuvens cúmulos nimbos em um dia de seca no nordeste do sudeste do norte do sul do lugar onde não existe nada alem de uma estrada com serpentes flamejantes dentro de um aquário ensangüentado de água e fogo misturados com argila de cor azul tirado das fabricas de cerâmicas de ambos os lados da moeda do país independente que não de auto-sustenta de forma amigável como o cão devora a carne humana antes brincando com o gato que ama o elefante diante de um fosso de um castelo mal assombrado dentro do país da páscoa eterna dos corações de um inseto que esta sendo esmagado por um quilo de penas pesadas como um quilo de chumbo mas tão mais pesadas quanto a passada de um trem diante de um lago de serpentes mortas nadando livremente no ar de um vulcão em erupção de alegria e amor de um lugar morto de paixão e de angustia, mesmo que sofram as conseqüências de se tornar ricos até conseguir dizer que tem um centavo de alguma coisa qualquer.
Todos são assim, insensíveis e mortais como o sapo que pula sobre o inseto que rasteja sobre brasas geladas no fogo de uma caldeira feita de terra amarela esquisita e viva onde podia se ver a vida de dentro pra fora, como se vê o preto no branco o verde no vermelho, tudo estranho, algo incrível de tão simples. Espaço sideral encontra-se com o espaço entre os espaços do dentes de um roedor, sabe-se lá por que, quando se pergunta o porque do porque, onde do que existe no inexistente. Vida louca.
Coisa feitas da junção de fogo, morte, dinheiro, amor e muita coisas estranhas como as patas de uma minhoca vermelha por andar em locais inapropriado para a inexistência da espécie dela em vez de morrer em local calmo e vivido por aves de brânquias verdes e penosas. Coisas simples podem ser tão complicadas como esse texto escrito assim sem pensar nas possibilidades de um país que esta em guerra eterna de uma paz sem sentido para crescimento da humanidade sedenta de amor e vingança em um fio de cabelo preto que antes era amarelo e vermelho. Coisas simples não tem volta pois dão a volta na volta que se esta procurando em um local tão escuro onde o Maximo que se vê é as pedras do fundo do abismo do coração dos inocentes desorientados das drogas da vida de morar preso em um canto em uma cidade para livres não livres de liberdade e de morte e vida sem sentido. Todos procuram um sentido nas coisas sem sentido se continuar a ver o que se ver com outra visão e de visão do cego que vê o que o outro vê e vê mais o que todos vêem e morre por ver o que não consegue ver o que deveria ver na verdade em vez de ver fantasmas assombrando o que se esta assombrado a visão da língua de quem sente o gosto amargo do fígado de uma telepatia de morte sobre a morte de morte anterior morta pela morte de antes já morto de uma morte dolorosamente morta na morte.
Textos sem sentido com palavras mais sem sentido com sentido únicos em juntadas para dar um sentido todo especial em um sentido sem sentido lindo de tão feio que fica um quadro de um grande pintor de rua da galeria de arte de galinheiro adormecido de feras atormentadas pela dor da perca daqueles que nunca se foram. Morte dos mortos que já morreram varias vezes em uma mesma morte cheia de morte em mortes de ancestrais vivos de uma rocha verde de tão amarela que esta de vida e morte camufladas de flores amargas como o cérebro de uma medusa florescida em um dia feio de tão linda que as borboletas devoravam o corpo de um humano feliz de voar em um clima horrível de chuva e sol com casamentos perfeitos de pares imperfeitos de alguma coisa qualquer que o cérebro não ajuda a elaborar no inconsciente das palavras perdidas no mundo do inimaginável e perdidas nas coisas perdidas do mundo perdida que nunca ninguém perdeu. Coisas sem sentidos como o texto que o autor escreve e nunca lê. Coisas que ninguém lê. Coisas que viram Best seller de estantes de bibliotecas de uma fabrica de papeis de limpeza de feixes de luz perdidos no mundo dos condenados e encontrados no mundo dos perdidos de vez. Pena de quem lê o ilegível e entende o que ele quer dizer sem sentido de luz e fogo.
Luz sem sombra. Fogo sem calor. Frio quente. Amor enraivecido. Morte viva. Peixes voadores. Pássaros nadadores com brânquias. Coisas simples. Não é preciso se esforçar pra se ter idéias sem idéias de telas e sem vontade de ter sentido a vida de uma escrita. Ouvir rock dentro de uma igreja de crentes fieis de uma alocação de trajes de banho não é difícil de se entender e de se gostar. Coisa que não fazem sentido são deixadas de lado. Como a soma de dois mais dois é na lógica o que você quiser que seja sem que seja exatamente o numero que tem que ser de acordo com a lei da matemática das coisas que o português somente calcula no inglês da química dentro da física histórica vida do Frances enterrado com o russo da guerra do Vietnã onde todos acham que o USA venceram o combate a proteção das borboletas do Afeganistão que na verdade vivem na china perto de cuba com vodca e guaraná de cereja madura de tão verde que poderia ser a coisa entre eles. Coisa feia a vida sem vida com vida vivida que vivia a vida. Morte as coisas simples de uma coisa complexa de tão simples a complexidade das coisas vivas do tumulo das vitimas de um mundo morto.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

2º - Anjos das trevas – maldição

Daqueles que caíram,
Um apenas não aceitava.
Tinha caído por pena,
Por paixão.
Ele veio ao mundo dos homens,
Todos o acusavam.
Mesmo sem crimes,
Apenas por pena dos que caíram.
O senhor dos céus não o aceitava em seu reino.
O senhor das trevas não o aceitava de volta.
Ele estava condenado a viver uma vida eterna.
Algo que muitos seres desejam fogosamente,
Era sua angustia pior.
Vagar por terras e eras.
Sem ninguém.
Sem nada.
Os senhores dos tempos o desprezavam.
Não tinha vez.
Vagou como cavaleiro solitário por eras.
Viu belezas.
Mas viu desgraças.
A noite era sua calmaria.
Ficou tanto tempo nas trevas que as trevas o acalmavam.
Apenas vagando.
Sem rumo.
Nada fazia quando era insultado por homens.
Nada fazia quando era derrubado.
Era humilde demais.
Ajudava a todos.
Mesmo que os mesmos o derrubassem depois.
Tinha um coração que ainda batia em seu peito.
Tinha sangue nas veias.
O senhor dos céus percebe as criaturas.
Mesmo não podendo aceitar ele de volta ao seu mundo,
Ele o amava.
Viu seu coração aflorado de alegria de poder ser diferente,
Mas,
Afogado em tristezas pela rejeição.
Deu-lhe um amor.
Uma jovem, doce e com vivacidade,
Para alegrar o coração destruído dele.
O amor aflorou por longos anos,
Ela era como ele,
Imortal,
Mas era o oposto,
Era divina, angelical.
Ele agarrou com todas as suas forças a oportunidade de ser feliz.
Queria provar que ele também ama,
Mesmo sendo das trevas,
Mesmo que já tenha sentido o gosto da dor alheia,
Queria melhorar.
O senhor das trevas percebeu que o seu cervo estava se tornando santo.
Percebeu que estava sentindo amor aflorar.
Mandou a maldição.
Daqui para frente viverás somente com a dor dos outros,
O sangue será sua comida e bebida,
Fará todos afastarem-se de ti mais e mais.
Será o anjo de asas negras,
Temido anjos de asas negras,
Será príncipe do meu reino,
Mesmo que a esse nunca retornarás.
Será Príncipe das Trevas.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

1º - Anjos das Trevas

Das profundezas das trevas,
dos anjos caídos,
com o poderoso mestre do mal,
muitos por mera inocência,
muitos por ignorância,
muitos por atrocidades,
muitos por pena dos que caíram.
Lei universal de que todos os que seguem o mal,
de todas as formas,
seja por inocência,
por ignorância,
por atrocidades,
por pena,
todos julgados,
por igual,
sem permissão para palpites,
sem poder falar nada,
quietos sofrendo pelos erros de um,
todos nas trevas,
asas negras conforme seus corações vão se tornando pedras manchados de sangue,
vazios.
Asas negras conformes suas alegrias vão sendo consumidas.
Anjos negros.
Escoltas dos mortos.
Invisíveis para os vivos.
Esquecidos pelos céus.
Apenas vagando.
Sem questionar.
Apenas sofrendo.
Sofrendo pelas mortes dos homens.
Sofrendo pelo espírito consumido.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

História que fiz a 11 anos atras...


Ontem, enquanto tirava um cochilo no ônibus de ida pra faculdade, eu lembrei-me de quanto meu professor de português da 5ª serie trouxe uma novidade, a qual a maioria não gostou de fazer. Ele dava um começo de uma história e os alunos teriam que continuar, teria que desenvolver um desfecho pra história, usando a criatividade.
Não me lembro tudo palavras por palavras que ele escreveu e nem o que eu escrevi porem lembro-me de como a história começou e como eu continuei e terminei. Não ficou longa. Até Ontem à noite, após a faculdade procurei pelo caderno que usei na 5ª serie, mas ele deve ter se perdido no tempo. Faz quase 11 anos isso.
Bem... A história era simples. Era mais ou menos assim:

(começo que o professor passou)
Estava em uma jangada, em um rio qualquer, estava sozinho e ninguém estava navegando. O clima estava um tanto tempestuoso e a jangada navegava com movimentos bruscos seguindo o movimento das corredeiras do rio. Era um clima tenso, porem eu estava tranqüilo. Estava tudo que eu precisava ali. Tinha comida estocada, meus pertences, tudo. Comecei a caminhar de um lado pra outro da jangada buscando algo pra me ocupar antes que a viajem se tornasse tediosa. Estava ali em uma busca que muitos já tentaram e não conseguiram. Eu, porem sou determinado. Quero chegar e provar que com luta eu consigo.  Alguém havia me falado que aquela era a rota certa. Estava sem mapa. Sem nada.
(minha continuação)
Navegando, cheguei a uma bifurcação. Deveria escolher o caminho. Esse alguém não havia falado qual dos dois caminhos era o certo, apenas mandou que deixasse as corredeiras me levar que chegaria tranquilamente ao meu destino. Estranho ter que escolher. Sabia que a região era perigosa, mas extremamente bela e mística. Era algo incomparável na face da Terra.
Pensei por mim mesmo. Não há o que pensar muito. Se não escolher logo estarei em uma enrascada. Irei bater com a jangada no barranco e na velocidade que está o acidente poderá destroçar tudo. Então pensei qual escolher, direita ou esquerda. Todos falam que a direita é sempre o caminho mais fácil, o caminho melhor, o caminho simples. Porem a esquerda sempre é o caminho onde terei mais obstáculos e será assim o caminho mais complexo e difícil.
Lembrei-me do que o alguém havia dito, deixe que a jangada ande conforme a correnteza. Não interfira. E fui o que fiz. A jangada pendeu para o lado direito por hora, depois para o esquerdo e para o lado direito também. Quando já pensava que esse seria o lado certo, ela pendeu bruscamente para o lado esquerdo e bateu de leve no barranco, fazendo com que alguns pertencesses caíssem na água e se perdessem. Algo sempre pôde recuperar. Mas não tudo.
O caminho era perigoso, até mais perigoso do que eu havia pensado. Não guiava a jangada porque o alguém disse para que eu deixasse que ela andasse por conta própria. Havia árvores caídas pelo meio do rio, havia animais peçonhentos e extremamente mortíferos. Eu estava até com medo que a jangada fosse bater em algum pedaço de arvore submerso e quebrar-se toda. Se isso viesse a acontecer, não terminaria minha missão. Não conseguiria encontrar o tesouro que homem nenhum conseguiu. Não conseguiria a vitória. Era quase que uma obsessão pessoal encontrar aquele tesouro.
A jangada batia e navegava de um lado a outro do rio. A noite não iria demorar pra começar a mostrar seus laços. Sabia que com a velocidade que a jangada iria, não conseguiria Pará-la tão fácil para passar a noite. Teria que esperar até que a corredeira do rio desse uma acalmada, talvez mais uma hora de navegação pudesse chegar a águas calmas para poder pará-la e passar a noite.
Porem, a jangada estava cada vez mais rápida. Eu estava confuso. Pensei, de acordo com o alguém, ela me levaria ao meu destino. Agora estava associando. Será que esse alguém queria apenas a morte minha? Será que ele se importa comigo?
Percebi que a jangada navegava rápido até demais. Estava na parte de trás dela e corri para ver onde estava indo. Coloquei as mãos na cabeça e disse bem alto, Meu Deus. Que foi que eu fiz a mim mesmo?
A jangada estava a não muitos metros de uma enorme cachoeira. Uma cachoeira que pelo tipo não aparentava ser pequena. Era muito, mas muito grande e alta. Meu destino estava traçado. Não tinha como voltar atrás. Pensei em saltar fora da jangada e salvar minha vida. Porem saberia que morreria, ou no rio, ou na floresta de fome, ou talvez devorado por algum animal.
Pensei no que o alguém havia me dito sobre a jangada, deixe que ela vá por conta própria. Deixe apenas que siga assim você chegará a seu destino.
Pensei lamentável destino esse meu, cair de uma cachoeira, apenas por uma obsessão pessoal de encontrar um tesouro que ninguém encontrou até agora. Como pude ser tão ignorante.
Fechou os olhos e uma lagrima correu de seus olhos. Havia magoa por ter acabado assim. Havia desespero e desanimo. Não conseguia mais continuar. Havia se entregado.
Olhou para frente viu algo que não pode acreditar. Estava sobre a água o alguém que havia dito pra que ele deixasse a jangada seguir. Não se vestia maltrapilho como antes. Estava com roupas translúcida, divina. Ao seu lado havia uma mulher, uma bela mulher, com asas tão grandes que ao longe parecia mais um grande pássaro que um anjo. Ela era tão translúcida quanto o alguém.
Eu estava maravilhado a ponto que me esqueci da cachoeira. Ela sorriu pra mim e acenou, eu acenei e o alguém já não estava mais lá com ela. Ela estava sozinha. Eu sabia que a jangada estava a não muitos metros da cachoeira, deveria cair em alguns segundos, mas não caiu.
O alguém me disse, muito bem. Você fez conforme deve ser feito e chegou a seu destino. Você teve escolha, mas lembrou-se do que eu lhe falei. Lembrou-se que era pra deixar que a jangada deva ir onde ela bem entender. Foi uma pessoa calma mesmo na sua maior obsessão.
Cai de joelhos e disse um tanto indignado, esse era meu destino? Morrer? Cair da cachoeira? Perder tudo e todos os meus sonhos?
O alguém já estava acompanhado pela anja e essa falou pela primeira vez, seu destino não é isso. Seu destino é viver. Porem agora sim, você terá escolha. Se desejar acabar como todos os outros que tentaram chegar ao tesouro, deixarei que a jangada continue e você talvez alcance. Senão poderá encontrar o verdadeiro valor de um tesouro. Um valor inestimável.
O tempo estava congelado, ele tinha uma decisão, uma decisão terrível. Sabia que se escolhesse a primeira opção, eu irei morrer, se escolher a segunda irei viver mas terei que abandonar a idéia de encontrar meu tesouro.
Disse algo meio que sem pensar,  deixarei que a jangada siga, deixarei que o destino decida o que irá acontecer a mim. Quero ver se é algo belo ou algo ruim que está destinado a mim.
A anja falou, então você quer que eu decida por você?
Fiz um sim com a cabeça. E a anja me envolveu em seus braços, disse a mim, ah meu querido, você não sabes o quanto é difícil por escolhas para as pessoas. Geralmente elas escolhem por optar por uma. Até agora ninguém deixou que a jangada decidisse qual era seu destino. Até agora ninguém disse que eu podia escolher. Você escolheu assim e terá o destino melhor que qualquer um que já tentou.
Ainda nos braços da anja, as asas dela abriram-se de forma divina, espetacular. Algo que eu nunca teria imaginado.
Naquele momento descobri o valor do tesouro escondido que esta sempre ali. Ninguém vê. Mas que quando se coloca em prova, as pessoas percebem o quanto vale. O viver...
Essa história eu escrevi como tarefa de aula, de uma forma natural, talvez não com as palavras que as coloquei, mas com a mesma essência.  


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

MITOS SOBRE OS GÓTICOS:

Os góticos são diferentes do restante da sociedade e
não há quem discorde disso. O mundo está acostumado a
condenar quem não é de acordo as regras e tradições
impostas, fato lamentável. Conseqüentemente, uma série
de suposições foram feitas e se criaram vários
estereótipos.

Desmistificando... Os góticos:
- Não são satânicos
- Não são perigosos ou violentos
- Não são obcecados por assassinar
- Nem todos são drogados
- Só uma minoria é gay
(e mesmo se forem a escolha e de cada um)
- Não são suicidas
- Não são sadomasoquistas
- Nem todos se vestem de preto
- Nem todos usam maquiagem
- Nem todos usam tatuagens ou piercings
- Nem todos escutam somente música obscura
- Não formam uma sub-cultura baseada na música (apesar de que isso é parte indispensável na vida de qualquer gótico)
- Trabalham, pagam impostos, não são vadios, têm carros e casas, e são tão produtivos como a maioria da população.
- A maioria tem tendência artística, porém, nem todos são músicos compondo música obscura, pintores pretensiosos, e escritores malucos. Alguns fazem essas coisas, mas geralmente escrevem novelas, ensaios
humorísticos, cozinham, exculpem, fotografam, dançam,
fazem jogos, enfim, envolvem-se em outras atividades
artísticas.

E um outro ponto fundamental é que a pessoa não se transforma em gótico, e sim, ela nasce com essa alma obscura, e se encontra ao longo do tempo de sua vida, identificando-se com as músicas, imagens, lugares, e
pessoas.